
caprichos da natureza, esta pedra no parque das merendas, na Senhora da Penha - Guimarães - parece um rosto humano a dormir, meio encoberta pela sombra de uma árvore.
O concelho de Arcos de Valdevez, no distrito de Viana do Castelo, situa-se na margem direita do rio Vez, no coração do Alto Minho. Com 51 freguesias é o maior concelho do distrito, tendo mais de 24.000 habitantes. Integrado em grande parte no sistema montanhoso da Peneda-Gerês. Com um relevo muito acentuado, o vale do rio Vez, ocupa uma posição de destaque na paisagem.
Existem referências a Val-de-Vez no séc.X, no famoso testamento de Mumadona de Guimarães, sendo seguro que a povoação terá sido fundada em época anterior à dominação romana. Na origem da designação de Arcos de Valdevez, está a antiga ponte dos arcos sobre o rio Vez. No período românico, os topónimos, arco ou arcos sempre são sinónimos de pontes. Estes topónimos já eram usados em 1258, o que indica e existência da ponte nesse tempo, atribuindo-lhe um papel determinante, no desenvolvimento deste lugar ao longo da Idade Média.
Do seu património arquitectónico destaca-se: a antiga ponte dos Arcos; a Igreja Matriz, de finais do séc. XVII; a Capela de Nossa Senhora da Conceição, datada de finais do séc. XIV, a Igreja da Misericórdia, bastante alterada ao longo da sua existência; a Igreja de Nossa Senhora da Lapa, do séc XVIII, tida como um dos monumentos mais valiosos do concelho; o pelourinho e o cruzeiro; o Mosteiro de Ermelo; a Torre de Grade; a Capela de S. João Baptista; a torre, casa e quinta de Aguiã; a casa solarenga na quinta do Requeijo; o Paço de Giela; a ponte medieval de Vilela; o pelourinho de Soajo; e o Santuário de Nª Srª da Peneda.
Muito mais haveria para dizer mas para aguçar o apetite para uma visita penso que já chega.
(As duas fotos da Nª Srª da Peneda, foram tiradas da internet, e o texo com recurso á enciclopédia)
PARA TODOS UM ÓPTIMO FIM DE SEMANA.
Chegámos a Ponte de Lima. A receber-nos a ponte verdadeiro ex-libris da vila. Parte romana, datada do séc I parte gótica datada do séc. XIV. Ao fundo a igreja de S. António.
Igreja da Misericórdia. Datada algures entre os séc. XVII e XVIII. Infelizmente estava fechada.



O tal palácio de que não sei o nome e que tem por entrada uma pequena torre de castelo
.Monumento homenagem ao poeta limiano António Feijó.
Arco da Porta Nova. Deveria ter fotografado o Ardco do outro lado , porque é do lado contrário a entrada. Porém na altura não sabio, fotografei do lado da saída.
Um rua, ao longe as duas torres da igreja.
A casa dos Biscainhos data do séc XVII e foi pertença do Dr. Constantino Ribeiro do Lago que aqui casou e constitui descendência. O palácio foi passando gerações até que o último proprietário, o 3º Visconde de Paço de Nespreira o vendeu para a instalação do actual museu.
Cá fora o calor continua a apertar. E que tal refrescar os pés!...
O Paço dos Duques de Bragança.