
<
A todos os que me visitam, aos que deixam mensagem e aos que passam em silêncio eu deixo a minha mensagem de Boas-festas.
FELIZ NATAL E ÓPTIMO 2008
Para todos os que não conhecem a história da Flávia, a menina cujos cabelos foram há dez anos sugados pelo ralo de uma piscina, e em consequência disso vive até hoje nesta cama, em coma vigil,eu peço que visitem o blogue

O concelho de Arcos de Valdevez, no distrito de Viana do Castelo, situa-se na margem direita do rio Vez, no coração do Alto Minho. Com 51 freguesias é o maior concelho do distrito, tendo mais de 24.000 habitantes. Integrado em grande parte no sistema montanhoso da Peneda-Gerês. Com um relevo muito acentuado, o vale do rio Vez, ocupa uma posição de destaque na paisagem.
Existem referências a Val-de-Vez no séc.X, no famoso testamento de Mumadona de Guimarães, sendo seguro que a povoação terá sido fundada em época anterior à dominação romana. Na origem da designação de Arcos de Valdevez, está a antiga ponte dos arcos sobre o rio Vez. No período românico, os topónimos, arco ou arcos sempre são sinónimos de pontes. Estes topónimos já eram usados em 1258, o que indica e existência da ponte nesse tempo, atribuindo-lhe um papel determinante, no desenvolvimento deste lugar ao longo da Idade Média.
Do seu património arquitectónico destaca-se: a antiga ponte dos Arcos; a Igreja Matriz, de finais do séc. XVII; a Capela de Nossa Senhora da Conceição, datada de finais do séc. XIV, a Igreja da Misericórdia, bastante alterada ao longo da sua existência; a Igreja de Nossa Senhora da Lapa, do séc XVIII, tida como um dos monumentos mais valiosos do concelho; o pelourinho e o cruzeiro; o Mosteiro de Ermelo; a Torre de Grade; a Capela de S. João Baptista; a torre, casa e quinta de Aguiã; a casa solarenga na quinta do Requeijo; o Paço de Giela; a ponte medieval de Vilela; o pelourinho de Soajo; e o Santuário de Nª Srª da Peneda.
Muito mais haveria para dizer mas para aguçar o apetite para uma visita penso que já chega.
(As duas fotos da Nª Srª da Peneda, foram tiradas da internet, e o texo com recurso á enciclopédia)
PARA TODOS UM ÓPTIMO FIM DE SEMANA.
FRUTEIRA MODERNA USANDO A TÉCNICA DO GUARDANAPOPeço desculpa pela qualidade do vídeo. Acontece que ele foi feito com uma máquina fotográfica e não de filmar.
Ora o que eu pretendo é que me digam: Que lugar é este? Onde é que eu filmei isto?
A todos um bom Domingo


Chegámos a Ponte de Lima. A receber-nos a ponte verdadeiro ex-libris da vila. Parte romana, datada do séc I parte gótica datada do séc. XIV. Ao fundo a igreja de S. António.
Igreja da Misericórdia. Datada algures entre os séc. XVII e XVIII. Infelizmente estava fechada.



O tal palácio de que não sei o nome e que tem por entrada uma pequena torre de castelo
.Monumento homenagem ao poeta limiano António Feijó.
Arco da Porta Nova. Deveria ter fotografado o Ardco do outro lado , porque é do lado contrário a entrada. Porém na altura não sabio, fotografei do lado da saída.
Um rua, ao longe as duas torres da igreja.
A casa dos Biscainhos data do séc XVII e foi pertença do Dr. Constantino Ribeiro do Lago que aqui casou e constitui descendência. O palácio foi passando gerações até que o último proprietário, o 3º Visconde de Paço de Nespreira o vendeu para a instalação do actual museu.
Já aqui falei da pintura em porcelana, alta queima. Porém eu hoje trago um outro tipo de pintura que se pode utilizar o forno caseiro, e que fica muito bonita. Então é assim:
A taty do blog taty ferreira por ela mesma resolveu brindar-me com este prémio. Parece que está na moda toda a gente anda distribuindo prémios pela blogosfera.Sophiamar do blog "Sophiamar"
Pena do blog "poliedro"
Mais um ângulo do santuário. No interior daquela cúpula redonda os belos altares Da Sª do Sameiro. do Sagrado Coração se Jesus e de S. José com o Menino, que se encontram no fundo da página.
Bonita fonte no largo do santuário
Zona do parque natural, que envolve o santuário.
E aqui está o Santuário em todo o seu esplendor.
No enorme largo inferior ao Santuário, debaixo das colunas a igreja. No pátio superior o Santuário.
Interior da dita igreja, com enormes painéis alusivos á vida de Cristo